Um Novo Ano

28 de Dezembro de 2015


Nova marca da Sorvebom

23 de Outubro de 2015

Repercute positivamente a concepção da nova marca da Sorvebom.
No trabalho, a Agea preservou o histórico destaque no "V"; criou gotas que valorizam o leite e cristais que salientam o açúcar – matérias-primas fundamentais para o sorvete –; e arrematou a obra com o desenho que representa o amor por tudo aquilo que a empresa faz.


Versatel comemora movimento

22 de Outubro de 2015

A Versatel investiu no setor da assistência técnica de "smartphones" e acessórios e começa a comemorar o crescimento, que se mostra constante.
Marca e campanha de lançamento foram produzidas pela Agea, que também comemora o bom momento da parceira.

 


Mostra Espelhos

21 de Outubro de 2015

A Mostra Espelhos, exposição que retrata o mutirão anual para o recolhimento de lixo do rio Taquari já pode ser apreciada no Shopping Lajeado.
A concepção artística do projeto é da Agea, empresa voluntária do programa ambiental Viva o Taquari Vivo.


Fachada da Naturetto

05 de Maio de 2015

A AGEA desenvolveu todo o projeto de identificação visual da Naturetto, inclusive da fachada. A loja foi inaugurada na segunda-feira, 4 de maio.

 


Viva o Taquari Vivo

05 de Maio de 2015

Após mais uma edição exitosa da ação Viva o Taquari Vivo, a AGEA participa da coordenação do projeto desenvolvido para a captação de recursos.

A iniciativa visa construir ferramentas que deem sustentabilidade financeira para o programa com o maior número de voluntários em defesa de água no país. Nesse ano, Cruzeiro do Sul, Bom Retiro do Sul e Venâncio Aires (foto) aderiram à atividade.


Granja Cageri lança composto orgânico

04 de Maio de 2015

Preocupada em manter sua produção alinhada com o equilíbrio ambiental, a Granja Cageri comemora uma grande conquista: o começo da comercialização do CON C – Composto Orgânico Nobre Cageri.

CON C é fabricado em equipamentos que induzem a fermentação natural e não produz o mau cheiro característico dos compostos tradicionais –tecnologia pioneira no Rio Grande do Sul que utiliza o esterco das galinhas da própria granja como matéria-prima.


Nova comunicação para a Vovolândia

04 de Maio de 2015

A Vovolândia passou a contar com a assessoria da AGEA para a criação da linha de comunicação e peças publicitárias. A agência já reestilizou o logotipo, criou o manual de uso da marca e um fôlder para a organização de Estrela.


Teaser e anúncios para a nova Naturetto

01 de Maio de 2015

Após a criação da nova marca da Naturetto, a AGEA preparou os anúncios para a nova loja. As peças já estão sendo veiculados nos jornais e ressaltam a especialização da empresa em produtos alimentícios voltados para o bem-estar.


Utopia é uma ponte

30 de Abril de 2015

"Não olharam para trás, nem se impressionaram com aquela estranha luz que os guiava para suas casas – e para um futuro desconhecido, até mesmo para as estrelas."
2001/Odisseia Espacial, Arthur C. Clarke
 
O homem é um animal de utopias, projeta impossível e condena-se à ansiedade de encontrar o incriado – pois está aí, quem sabe, o moto de sua evolução involuntária.
Admiro os gênios da ficção-científica, linha considerada "menor" dentro da literatura. Seus mundos, leis da física, comportamento e relação homem/religião/ antecipam realidades que "acontecem" – olho na semântica – apenas quando a inteligência do mundo real obtém o tempo e a coragem suficientes para alcançar a altura desses pensadores prodigiosos.
Jule Verne mergulhou o mundo nos abismos de um mar inimaginável para a sua época e ainda surpreendente tempos depois. Vivi isso na Biblioteca Municipal de Bagé, quando embarquei no formidável Náutilus, submarino movido a eletricidade, antes da matriz energética render-se ao petróleo. Isaac Asimov, do inesquecível "Eu, Robô", concebeu uma riqueza de valores nas leis da robótica: "1ª Lei: Um robô não pode ferir um ser humano ou, por inação, permitir que um ser humano sofra algum mal; 2ª Lei: Um robô deve obedecer as ordens que lhe sejam dadas por seres humanos exceto nos casos em que tais ordens entrem em conflito com a Primeira Lei; 3ª Lei: Um robô deve proteger sua própria existência desde que tal proteção não entre em conflito com a Primeira ou Segunda Leis. E a posterior Lei Zero: "Acima de todas as outras: um robô não pode causar mal à humanidade ou, por omissão, permitir que a humanidade sofra algum mal."
 
Não me processem
 
Pensar além do lugar-comum é um propulsor poderoso para romper as fronteiras viscosas da mediocridade, essenciais para a manutenção do status quo. A combinação pensar+agir arma o cidadão com argumentos, desacomoda quem "manda" e pode provocar transformações radicais na sociedade.
O homem é um criador de deuses e espaços que tangencia a loucura para ir do nada ao tudo. Sua imaginação extrapola o convencional. Neste momento, leio Arhur C. Clarke, autor de 2001/Odisseia Espacial". Na década de 1970, impressionara-me o filme de Stanley Kubrick sobre essa obra. No escuro do Cine Avenida, em Bagé, espantei-me com a ponte metafórica a ligar passado e futuro – origem e destino – da humanidade naquele Universo idealizado. Uma ficção revelada ciência nas tecnologia posteriores de equipamentos espaciais, na saga da sonda espacial Voyager, ampliada pelo telescópio Hubble, poderoso voyeur a desnudar os mistérios do passado fixados nas estrelas da Via Láctea e outra galáxias.
De volta à nossa realidade e inspirado pela ousadia de ir além, este escrevinhador compartilha, de novo, a ideia simples, mas ambiciosa: vamos ligar espaços e construir uma nova ponte entre Lajeado e Estrela?
No sábado, 11, ao fim da ação "Viva o Taquari Vivo", fui para a rampa do Porto dos Bruder, mergulhei os pés na água, olhei para além do Porto de Estrela e "vi" a ponte. A ilustração está aí para ligar o hoje com o amanhã.
Por favor, arquitetos e engenheiros, não me processem por exercício ilegal de profissão, apenas construam as suas – por enquanto – utopias.
 
Gilberto Soares, publicitário

Ilustração da ponte sobre a foto do rio: Gilberto Soares


E a boitatá paralisou a BR

20 de Abril de 2015

"E os homens, por curiosos, olhavam pasmados para aquele grande corpo de serpente, transparente – tatá, de fogo – que media mais braças que três laços de conta e ia alumiando baçamente as carquejas..."

Lendas do Sul, João Simões Lopes Neto

 

O feriadão da Páscoa recente revelou-se um Kinder Ovo: por fora, a alegria do reencontro; por dentro, o desprazer dos engarrafamentos monumentais nas estradas gaúchas.

Ana, minha mulher, e eu, que voltávamos de Porto Alegre, não havíamos vivido nada parecido com a viagem que se sucedeu. E a coisa agravou-se nas cercanias da Glória, em Estrela, quando nos deparamos com milhares de veículos parados na pista contrária. Uma dantesca boitatá – cobra de luz – inerte por quilômetros, "giboiando" no breu da noite. Luzeiro a se perder de vista. Inalterável, mesmo com os traços de impaciência a produzir um acidente aqui, outro acolá. Metáfora indiferente à pressa de quem fora engolido. Imensa fieira de luz.

E a visão revelou-se impressionante até o trevo de Estrela, onde a cauda encorpava-se com movimento cada vez mais lento.

Quando ingressamos na ponte sobre o Taquari, a massa de veículos que saia de Lajeado mergulhava na viscosidade que tudo segurava. Caminho sem saída, que me fez refletir sobre o drama daqueles vizinhos que retornavam de Lajeado. Nas poucas centenas de metros da ponte, torci para que tivessem calma até o fim daquela "sinuca".

Chegamos em casa tensos. Desci do carro e agradeci por estarmos inteiros, apesar de tantos detalhes favoráveis para que a Lei de Murphy desse as caras. Agradeci e resolvi inticar, como se diz na fronteira, com mais um texto sobre a necessidade de uma outra ponte.

Glorioso retorno da barca

O engarrafamento do domingo de Páscoa não foi causado por um grande acidente de trânsito ou por um evento inesperado de grandes proporções. E tende a repetir-se com frequência cada vez maior, apesar de parecer inédito. Há uma lógica absurda, mas lógica: haverá mais carros amanhã; muito mais depois de amanhã – a indústria automobilística manda, não pede. Já nós, os que têm carros, somos individualistas e pouco nos importamos com os transportes coletivos. Uma soma de interesses corporativos com egoísmos pessoais a favorecer a visão estreita das autoridades públicas, limitadas ao governo por "prioridades" altamente convenientes.

A tranqueira reavivou-me os dias de interrupção do tráfego na velha ponte da BR, num tempo não muito distante do século passado, início da década de 1990. Para mim, nativo de Bagé, o passado revivido no glorioso retorno da barca não foi exatamente um presente. Sobraram transtornos da falta de planejamento viário – a negligência é recorrente – e todos sobrevivemos às variáveis funestas características do acaso. Isso, vejam bem!, quando "ter" um carro era quase uma ostentação.

Este é um ano de grandes feriados e muita gente vai "botar o pé na estrada". As pessoas escolherão horários diferentes aos quais se habituaram para viajar. Procurarão caminhos não usuais, mas, ainda assim, cruzarão aos milhares por nossa esgotada ponte única. Ansiosos no volante, notarão que outros também decidiram-se por iniciativas semelhantes. E a BR vai inchar com tanta gente até os incontáveis faróis transformarem-na em uma "tatá", de fogo. Uma cobra diferente por não serpentear, mas pela metamorfose imóvel sobre os caminhos da inércia dos homens.

 

Gilberto Soares, publicitário

Relatório anual da Fundef tem projeto gráfico da Agea

20 de Abril de 2015

Desde 2005 a FundeF - Fundação para Reabilitação das Deformidades Cranio-Faciais deixa ao cuidados da Agea a elaboração anual do seu Relatório de Atividades. O de 2014 já está nas mãos do cliente e de seus parceiros em todo o Estado do Rio Grande do Sul, e foi impresso pela Grafocem Impressos, de Lajeado.

A FUNDEF é uma instituição beneficente que busca a reabilitação de pessoas com fissuras labiopalatais e deficiência auditiva. É reconhecida nacional e internacionalmente por sua atuação, tendo iniciado suas atividades em 1991 pelo médico Wilson Dewes. A entidade mantém parcerias com a Secretaria Municipal de Saúde de Lajeado, HBB/SUS, Smile Train, Missão Médica Internacional, Programa Empresa Amiga da FUNDEF, Associação de Pais e Amigos da FUNDEF, Clubes de Serviço, colaboradores anônimos e voluntários. 

O boletim pode ser lido na versão digital em http://issuu.com/agea4/docs/fundef_relatorio_2014 .

 


A nova ponte e a outra provocação

10 de Abril de 2015

"As duas margens do Anidra estão ligadas por uma ponte de pedra, construídas em arcadas maravilhosamente curvas."
A Utopia, Thomas Morus

 

"Navegar é preciso; viver não é preciso", ordenou Pompeu para seus amedrontados marinheiros. Descrito por Plutarco há dois mil anos, o edito só perde o determinismo quando aprendemos que viver só é essencial para aqueles que constroem e compartilham boas histórias com companheiros de jornadas. 

Alex Schmitt, presidente da ACIL e marujo dos mares do voluntariado como eu, ampliou  uma tese desenvolvida por este escrivinhador. Enriqueceu a história com um toque de audácia no A Hora ao pedir uma terceira ponte entre Estrela e Lajeado. Definiu-a como "turística", para apreciações sem pressa das belezas que se escondem de nós, prisioneiros dos labirintos criados pelo lufa-lufa cotidiano. Também foi generoso ao defender o que eu escrevera. Aliás, confesso que não me detive nas críticas ulteriores à publicação, embora tenha chamado minha atenção uma que afirmava não ser uma prioridade abrir uma frente de ideias por uma nova ponte.

Cutucado, abro um parênteses para trazer um pouco de luz sobre prioridade: condição do que é primeiro em tempo, ordem, dignidade, segundo o Houaiss. Simples. Não para o Brasil mal-assombrado por maracutaias. Aqui, políticos profissionais, administradores públicos venais e empresários mafiosos corromperam o verbete que se tornou  "o que pode ser prorrogado e convenientemente enriquecido por aditivos dos cofres públicos". Ou seja, grande obras para manipulações dos marqueteiros políticos, os pensadores da medíocre da realidade nacional. 

    
Dinheiro há, falta vergonha - Também li e ouvi que não há recursos. A nobreza de Pedro Barusco, ex-gerente da Petrobras, que se dispôs a devolver 97 milhões de dólares – quase cem mega-senas – subtraídos da estatal, desmente a falta de dinheiro. Falta vergonha, mostra a Lava-Jato.

Fechado o longo parênteses, retorno à ponte de minha utopia para afirmar  o óbvio: rodovia não é avenida. É loucura disputar espaços com caminhões, ônibus e tantos automóveis apressados e estranhos ao bucólico dia a dia daqueles que vivem os dois lados do rio. 

Por isso, Alex Schmitt, Leandro Eckert, Jean Zagonel, Henrique Purper, Juarez da Silva, quando chegar a nova realidade, desejo de caminhar sobre nossas outras pontes e ser parte do fluir da vida entre os corações das duas cidades. Observar o correr do rio, ouvir a melodia de suas águas e sorrir ante a pretensão ciclópica do Taquari de querer engolir nacos dourados do sol e frações prateadas da lua. Haverá, certamente, um refúgio seguro nas ponte para comemorarmos a integração de Estrela com o recuperado centro histórico de Lajeado – sorria, Ítalo Real. Estarei lá para ganhar horas de boa vida, perdido nas curvas do rio e nos contornos de sonhos da Escola Nacional de Águas. 

Se ficaram interessados na escola, retorno com mais provocações não prioritárias. 
 
Gilberto Alves Soares, publicitário

Naturetto de logo novo

11 de Março de 2015

A Naturetto deu partida nas novidades para 2015. A primeira é o novo logotipo, que deverá pontuar as muitas iniciativas deste ano.


Nova linha de sorvetes da Sorvebom com embalagens desenhadas pela Agea

10 de Março de 2015

Já estão no mercado os novos sabores da Sorvebom na linha de potes de sorvete de 1 litro. A nova linha Zero Lactose, nos sabores Chocote e Creme (baunilha), é voltada para os consumidores com tolerância a lactose.

As embalagens foram desenhadas pela Agea e impressas pela Rota Indústria Gráfica.


Viva o Taquari vem aí

09 de Março de 2015

A campanha para o "Viva o Taquari Vivo" está pronta e logo deverá ser veiculada.

A ação realizada em Arroio do Meio, Estrela e Lajeado é considerada um dos maiores eventos voluntários voltados para a defesa da água.

Nesta edição, ganhou a adesão de Bom Retiro do Sul, Cruzeiro do Sul e Encantado.


EPI na Agea

04 de Março de 2015

A AGEA inicia os trabalhos para a divulgação do braço brasileiro da EPI Energia, empresa alemã.

A agência desenvolve a identificação da frota e realiza os estudos da primeira campanha.


Então é Natal

22 de Dezembro de 2014


Anúncio com mensagem de Natal para a Construschorr

22 de Dezembro de 2014

Anúncio de página para a Construschorr veiculado no jornal A Hora.


Diretor da AGEA apresenta programa em Brasília

05 de Dezembro de 2014

O programa Viva o Taquari Vivo foi destacado pela Agência Nacional de Águas – ANA – pela excelência de sua realização e recebeu a menção honrosa do Prêmio Ana 2014.

O reconhecimento ocorreu em Brasília, entre os dias 1º e 4 de dezembro.

Gilberto Soares, um dos coordenadores do programa e diretor da Agea; Jean Zagonel, vice-presidente da ACIL; e Gilmara Scapini, representaram a ACIL, organizações e voluntários que, ao longo do tempo, construíram um das maiores ações permanente do voluntariado gaúcho. Na ocasião, Soares apresentou o programa às demais organizações que participaram do prêmio.

Viva o Taquari Vivo foi selecionado entre 452 projetos voltados para a água, destacando-se como um dos 21 melhores, que receberam homenagem especial no centro de eventos da Caixa Federal

O evento contou com a presença de Izabella Teixeira, ministra do Meio Ambiente;  de Francisco José Coelho Teixeira, ministro da Integração Nacional; e de Vicente Andreu, diretor-presidente da ANA.

 



Novas embalagens Sorvebom Light e Excellence tem assinatura da Agea

21 de Novembro de 2014

A Sorvebom coloca no mercado os novos potes de sorvete da linha Light - sabores Creme/Chocolate e Creme/Morango, e da linha Excellence, com três sabores: Torta Belga, Chocolate Trufado e Chocolate Branco com Nozes. Embalagens desenhadas pela Agea.

 


Expresso Azul lança campanha Praias 2014/2015

21 de Novembro de 2014

Como faz todos os anos, na temporada de férias, a empresa Expresso Azul lança campanha publicitária para informar os seus horários especiais de ônibus para todo o litoral gaúcho. Desenvolvida pela Agea, a campanha utliza peças gráficas como fôlderes e cartazes e anúncios em jornal, além da mídia digital. 


Lajeado e Estrela; Namur et Jambes

23 de Outubro de 2014

Há semelhanças interessantes entre as cidades belgas Namur e Jambes e as brasileiras Lajeado e Estrela. Parecenças, confesso, convenientemente destacadas neste texto para que este escrivinhador retome um artigo cometido tempos atrás. "Uma ponte chamada "Sapere Aude" carregava um título pretensioso e a provocação de pensar uma outra ponte entre nossas cidades.

    Namur é maior, mais aberta, ansiosa por pessoas, experimentações e novas ideias; Jambes mantém-se reservada e um tanto sestrosa ao que possa representar algum tipo de mudança espetaculosa – é tradição a perseverar com cautela no tempo. Lá, como cá, são cidades-irmãs. Cresceram em ritmos descompassados. Hoje, complementam o equilíbrio da agitação do dia a dia com a bonomia exigidas por corpos cansados.

    As quatro são abençoadas por rios fundamentais que desenham seus limites geográficos. O de lá chama-se Meuse.

    Expostas as semelhanças convenientes para fomentar uma nova provocação sobre a importância de uma – ou mais pontes – entre Lajeado a Estrela, sobressaem-se as diferenças continentais.

 

Cá e lá

    Cá, o rio parece um entrave cada vez mais incômodo. Se suas águas transbordam ao cumprir um ciclo natural de causas conhecidas, multiplicam-se os queixumes, exasperações e pragas rogadas à inclemência da enchente. Quando se esvai na estiagem que sempre há de vir, multiplicam-se rezas interesseiras, cuidados apressados e emergenciais, que resultam em impostos não contabilizados, mas socializados como todo o produto da imprevidência. Não bastasse transformar o Taquari em lixeira, ainda sobrepomos uma obra da falta de imaginação sobre o seu formoso traçado. Só pode ser ironia denominar uma ponte como essa da BR-386 como obra de arte. Talvez, um projeto de feiura intencional para que ninguém se distraia com a beleza do entorno.

    Lá, Namur e Jambes também mantiveram uma relação estupidamente atritada com o rio até a descoberta óbvia de que o Meuse é insubstituível. Recomposto o devido valor, investiram para que  se tornasse um cartão-postal. A mudança conceitual passou por um tratamento paisagístico que aproximou as pessoas do rio. Na margem esquerda, uma bela avenida; na direita, uma rua simples, mas também bonita. Ambas acompanhadas por calçadas em dois níveis. Na primeiro nível da margem esquerda, vive-se a o cais de Namur; no segundo, o lufa-lufa da cidade. Não há cais em Jambes, apenas as calçadas no dois níveis, que levam, as pessoas para pertinho das águas.

    São muitos os barco de turismo atracados em Namur. Aguardam casamentos, aniversários, agitações das mais improváveis festas, ou a pura contemplação dos turistas extasiados com deslizar solene sobre as águas.

    Hoje, o charme do Meuse torna qualquer encontro inesquecível.   

 

Sete pontes

    As pontes são construídas com objetivos específicos nas também contemplam ansiedades difusas. A que temos sobre o rio Taquari não pertence à intimidade de nossas duas cidades. Não tem a missão de encurtar o caminho entre o pátio dos Mallmann, em Estrela, e a calçada dos Togni, em Lajeado. É uma via expressa entre a Capital e o norte do estado, cuja a defasagem pelo uso a torna cada vez mais estressante e letal para nossos cidadãos. Nossas comunidades usufruem do difuso.

    Faz-se necessário uma primeira obra da inteligência – não da preguiça técnica –, suspensa sobre o nosso rio. Uma ponte gerada pelo arrojo da inquietude do gênio, intervenção/interação que harmonize o novo espaço público com a beleza do ambiente natural.

    Ousemos pensar "avant-garde", o futuro exige destemor. Use de sua imaginação para ver os estudantes em suas bicicletas, pessoas debruçadas sobre seus parapeitos e automóveis a cruzá-la em velocidades civilizadas. Curtir nossas crianças cruzando seus belos e seguros passeios sob os rigores saudáveis da brisa do Taquari.

    O que vi entre dezembro e janeiro estimula e inquieta minha memória. Não esqueço as sete pontes de variadas larguras e cuidadosas arquiteturas da área urbana de Namur – algumas com arcos romanos; outras mais simples. Era inverno e encantei-me com a naturalidade dos casais enamorados à beira do rio; admirei a autonomia dos jovens estudantes num alegre ir e vir.

    De tanto ver, incomoda a pergunta: por que fugimos da ousadia de lutar pelo que nos une?

 

Mar português

    Alguém rebateu o artigo anterior com a firme observação de que uma outra ponte não é prioridade. Agradeço a atenção da leitura, mas esclareço que errou na crítica. Nunca afirmei a ideia carregava o drama da emergência.  Até por acreditar que nossas comunidades não merecem – e não devem – viver de soluções "emergenciais". Até por isso, insisto em compartilhar uma ambição que nos tira do rés do chão e alça-nos a um voo da altura de nossa ambição.

    A construção do futuro não deve começar com as amarras do que temos por limite. Eu, por exemplo, penso em um Vale do Taquari poderoso e protagonista, quando as economias de Lajeado e Estrela fundirem-se pela energia contínua de suas novas ligações.

    Para construir o novo, precisamos ver o que os nossos olhos ainda não enxergam. Isso ocorre quando somamos talentos e cotejamos ideias diferentes e superamos as amarras de nossa mediocridade.   

    Descartada a melancolia de Fernando Pessoa, quem sabe não esteja em seu poema uma clara inspiração para a iniciativa que nos una e não separe (troque mar por rio ao declamá-lo):

 

    "Deus quer, o homem sonha, a obra nasce.

    Deus quis que a terra fosse toda uma,

    Que o mar unisse, já não separasse.

    Sagrou-te, e foste desvendando a espuma."

    (trecho de O Mar Português, da obra Mensagem)

 

    Lajeado e Estrela podem e devem construir uma "terra toda uma."

 

Gilberto Soares, publicitário

Nova Batata Ondulada Kevytos

22 de Outubro de 2014

Já está no mercado o novo produto da Delavy Alimentos na linha de Batatas Onduladas, com embalagem desenhada pela Agea. É o sabor Cebola e Salsa.

Há 15 anos no mercado, a empresa de Cruzeiro do Sul, RS, produz pipoca, batata ondulada e batata palha e uma variada linha de salgadinhos.

 


Sorvebom com novos produtos com embalagens desenhadas pela Agea

21 de Outubro de 2014

A Sorvebom está colocando no mercado a linha de produtos 2014/2015 e entre potes de sorvete, picolés, sundaes e copos, estão os novos sabores de picolés da linha Tesouro e o novo savor Spettacolo, na linha de potes de 2 litros. Também foram renovadas as embalagens e rótulos da linha Excellence e da linha Light, agora apresentadas em potes de 1 litro. Todo trabalho de rotulagem desenvolvido pela Agea.


Uma ponte chamada Sapere Aude

20 de Outubro de 2014

Foram desafiadores os textos em resposta à breve provocação que causei ao invadir a página escrita por Adair Weiss, no jornal A Hora. Tantos que conquistei um pouco mais de espaço para explicitar a ideia com a qual espero estimular quem me lê a construir um ambicioso plano, que se inicia pelo criação de outro caminho de efetiva – e afetiva – integração entre Estrela e Lajeado.

Comecemos pelo exercício de ousar pensar algo que passa ao largo das possibilidades hoje. Explico: outra ponte não é prioridade em nenhuma instância de governo; e o cidadão, assoberbado de coisas mais prementes, sequer pensa nisso. Mas tudo pode mudar, caso fixemos um olhar crítico sobre a BR-386.

Embora fundamental para o crescimento econômico dos dois municípios, a rodovia também gera um passivo intolerável de mortes e mutilações. Some-se a isto o estresse dos moradores de ambas cidades no trafegar rotineiro em suas pistas apenas ir almoçar em casa, e á temos as premissas para uma salutar discussão sobre a construção de um caminho interno.

Se o argumento legitima a ideia, o teor do discurso pode ganhar o requinte da plasticidade: precisamos de uma ligação que se eleve sobre o Taquari e estabeleça a harmonia com nosso maior patrimônio; que cumpra o destino adicional de ser a moldura que ressalta o ouro de suas águas e una nossos caminhos.

Pensemos também nas relações de lá e de cá. Só esse imaginar nos torna vizinhos – quase de porta –, prováveis amigos de um prosear ao sabor do mate no parapeito da ponte, do olhar embevecido sobre as cidades que se tornaram gêmeas.

Ousemos dar um passo além, para quando conseguirmos eliminar as disputas paroquiais e desfrutar da sinergia da união. Sem tais barreiras, estaremos aptos a ser um poderoso centro gaúcho de serviços, indústrias e agronegócios, verdadeiramente protagonista e com plenas condições de ser reconhecido no país.

Sei que Amturvales, Amvat, Assamvat, Codevat, CIC-VT, Seavat, Univates pensam, articulam e atuam para a integração. Mas ainda não basta: é preciso abordar aspectos sociais e antropológicos esquecidos, cicatrizar feridas, abrir um diálogo que ressalte a importância de Estrela e Lajeado serem uma só. Uma vez convencidas, convidar os demais municípios do Vale a agirem pela unidade.

No Brasil, as pontes são chamadas de obras de arte. Talvez mais pela utilidade do que pelo arrojo arquitetônico. Para nós, basta uma obra singela que restabeleça o contato fraterno entre um lado e outro e os torne um. Não precisa ser um cartão-postal como a ponte do Bósforo, que une Oriente e Ocidente em Istambul; a Tower Bridge, monumento de Londres; ou a Golden Gate, que desafia a falha de San Andreas, em São Francisco, Califórnia.

Para além da retórica, este texto também pretende desacomodar políticos, arquitetos, engenheiros e cidadãos que se imaginam autores da história. Clama por um projeto da colônia, que supere as disputas de beleza, acordos de compadrio e concentre-se no valor humanitário da unidade regional.

Sem medo do ridículo, extraio da história alguns personagens que enriqueceram o mundo com a amplitude de suas imaginações e perseverança. Da Vince, Infante Dom Henrique, Immanuel Kant, Santos Dumont, que ousaram realizar o impossível. De nossa história local, Alípio Hüffner e Nilo Rotta, empreendedores que sonharam um novo tempo e o fizeram possível.

É preciso combinar a tradicional reserva alemã estrelenses com os condimentos desse cadinho cultural que multiplica inteligências em Lajeado e a faz crescer tão rápido.

Por uns momentos, afastemo-nos da BR-386 que nos impede estabelecer qualquer conversa. À distância da buliçosa Rodovia da Produção, perceberemos que a obra que fará do Vale do Taquari uma região é a mesma que desobstruirá as vias internas do diálogo. A ponte a restabelecer a afetividade perdida com as separações.

Pensar o futuro é quase uma insanidade para quem resume a vida ao dia de amanhã. Para vocês que compartilham este texto, e muitos outros que não se conformam com esse marasmo criativo. Viver é ''iluminar-se'' – licença, Kant! – na sabedoria de Horácio (65-8 a. C.): ''Aquele que começou, já fez a metade; ouse saber – sapere aude –, comece.''

 

Gilberto Soares, publicitário

Pé na Estrada

17 de Outubro de 2014

É cada vez mais expressivo o grupo de políticos profissionais que viceja em meio ao caos. Filhos da entropia, vivem-na e compreendem-na como ninguém. Tornaram-se fundamentais para os corporativismos que permeiam o Estado. São seres de grande habilidade na composição de alianças – inomináveis parcerias – e não estão nem aí para o que pensa ou deseja sociedade. É só não esquecer o influente deputado Sérgio Morais, aquele do "Estou me lixando para a opinião pública"  (jornal O Globo, edição de 7 de maio de 2009).
    Perniciosos à política – uma das mais nobre e essenciais atividades da relação humana, partilham as benesses e o poder nem sempre visível daquilo que denominamos  "máquina pública" com bem azeitados grupos poderosos de empresários, trabalhadores, militares ou das incontáveis organizações da sociedade civil. Não há ilegalidade na defesa que esses "lobbys" de seus interesses, embora a imoralidade campeie nesse campo de negociações de interesses particulares.    
    Um Vale do Taquari organizado não interessa a um político profissional. Cito isto porque, durante anos, a região mantém um dos Coredes – Conselho Regional de Desenvolvimento – mais ativos e importantes do estado, tem um Câmara de Indústria e Comércio atuante e pró-ativa e elegeu prioridades, transformadas em documentos que são frequentemente entregues a tais profissionais e outros tantos administradores públicos do momento.
    O mais lamentável é ver uma região, caracterizada pela participação voluntária nas de seus cidadãos na vida da suas comunidade, em estado de permanente súplica pela execução de projetos aprovados e essenciais para a vida de todos; pior: de joelhos a aguardar  malfadadas emendas parlamentares. Eis o deletério gozo profano da boa política, quando se inverte o sinal e o eleito pelo voto passa a servir-se do Estado. Convenientemente esquecido que atua no campo da honra e do mérito.
    Vivemos uma vida de fábulas nada fabulosas, com a licença de Millor. Brasília é a terra da fantasia dos palácios usurpados ao bem público. Cada poder tem o seu e cada um daqueles funcionário públicos – presidente da República, ministros, senadores, deputados, juízes, cargos de confiança – nova categoria criada pela rica imaginação dos partidos políticos – vive encastelado. Uma aristocracia devidamente protegida da plebe a degustar os brioches proporcionados um sumidouro da suada remuneração de cada brasileiro comum.
    O mau exemplo se multiplica em cascata. Não é diferente no Palácio Piratini, tampouco em muitas de nossas prefeituras e câmaras de vereadores.
     No vai e vem da valsa, o corporativismo transformou a administração pública em uma hidra. Suas múltiplas cabeças ganharam poderes superlativos a ponto de uma delas – a Funai – criar o lamentável imbróglio que emperra a conclusão da duplicação da BR-386, fundamental para o desenvolvimento social e econômico da região.
    Desenvolta para criar um problema, a fundação – atenção revisora: "a fundação" é uma cacofonia consequente – desaparece quando os índios mendigam pelo centro da cidade. Faz pior: esconde-se no limbo, enquanto as crianças da aldeia correm risco de morte na tentativa de vender artesanato entre os carros das principais ruas de Lajeado. Esmolar torna a vida miserável e indigna; trabalho infantil é proibido por lei.
    As comunidades do Vale do Taquari perceberam a necessidade de se mexerem para não mais serem tangidas como rebanho. Aprenderam o valor da pressão política com a multiplicidade de movimentos sociais e irão exercer o direito de livre manifestação com o pioneiro ato público denominado Libera Já!
    A briga pelo direito a uma BR-386 duplicada e mais segura nasce entre cidadãos que acreditam na organização voluntária para a construção de uma nova realidade. Pessoas que não toleram mais a falta de transparência e os superpoderes de organizações públicas, que exacerbam os poderes constitucionais do Estado.
    No próximo sábado, 15, haverá protesto na BR-386. Botar o pé na estrada pode ser o início do caminho da utopia para uma nova realidade, na qual a sociedade volta para seus cidadãos.

 

Gilberto Soares, publicitário

 

Delavy reestiliza marca Kevytos

16 de Outubro de 2014

Há mais de 10 anos no portfolio de clientes da agência, a Delavy Alimentos reestilizou a marca Kevytos, presente em grande parte da linha de seus produtos.


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Com uma carteira de clientes que reúne indústrias da área da alimentação, instituições de ensino, prefeituras, laboratórios e empresas da área de serviços, a Agea, com 13 anos de mercado, acredita que uma boa idéia, aliada a timming - senso de oportunidade, planejamento e ferramentas adequadas, vai ajudar a vender o seu peixe.

Missão: Colocar o conhecimento e talento a serviço do desenvolvimento dos clientes através do planejamento e criação de estratégias, além da utilização eficaz de ferramentas capazes de distingüi-los em seus mercados.

Visão: Ser uma empresa de marketing e comunicação, diferenciada pela capacidade de criar estratégias e pela excelência na utilização das ferramentas da comunicação social, que tornam nossos clientes mais competitivos.

Valores: - Fidelidade ao cliente; - Ética em todas as suas relações; - Determinação por evolução contínua; - Ser uma empresa-cidadã pela efetiva participação comunitária.

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